<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>violência | RENAS | Rede Evangélica de Ação Social</title>
	<atom:link href="https://renas.org.br/tag/violencia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://renas.org.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 16 Nov 2021 19:57:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/cropped-logomarca-renas-32x32.png</url>
	<title>violência | RENAS | Rede Evangélica de Ação Social</title>
	<link>https://renas.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">202381834</site>	<item>
		<title>Brasil registra quase 60 mil pessoas assassinadas em 2017</title>
		<link>https://renas.org.br/brasil-registra-quase-60-mil-pessoas-assassinadas-em-2017/</link>
					<comments>https://renas.org.br/brasil-registra-quase-60-mil-pessoas-assassinadas-em-2017/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yasmin Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 19:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[assassinatos]]></category>
		<category><![CDATA[monitor da violência]]></category>
		<category><![CDATA[mortes]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://renas.org.br/?p=13930</guid>

					<description><![CDATA[ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil teve no ano passado 59.103 vítimas assassinadas – uma a cada 9 minutos, em média. É o que mostra um levantamento feito pelo G1 com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. O dado, inédito, contabiliza todos os homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, que, juntos, compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais.</p>
<p>Houve um aumento de 2,7% em relação a 2016, quando foram registradas 57.549 vítimas no país. Como parte dos dados de 2017 será revisada e estados como Tocantins e Minas Gerais dizem que o balanço completo não está fechado, a tendência é que esse crescimento seja ainda maior. Além disso, em muitos estados os casos de morte em decorrência de intervenção policial não entram na conta de homicídios – ou seja, é seguro dizer que a estatística passa dos 60 mil (só no RJ, por exemplo, houve 1.124 casos do tipo no ano passado).</p>
<p>O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitaram os dados via Lei de Acesso à Informação seguindo o padrão metodológico utilizado pelo fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado normalmente no fim do ano.</p>
<p>O levantamento revela que:</p>
<ul>
<li>O Brasil teve 59.103 pessoas assassinadas no ano passado (um aumento de 2,7% em relação ao ano anterior);</li>
<li>A taxa de mortes a cada 100 mil habitantes subiu e está em 28,5;</li>
<li>O número de homicídios e de lesões corporais seguidas de morte cresceu, mas o de latrocínio (o roubo seguido de morte) caiu;</li>
<li>O Ceará é o estado que teve o maior crescimento de mortes tanto em número absoluto (1.677 mortes a mais em um ano) como percentualmente (48,5%);</li>
<li>O Rio Grande do Norte é o que tem a maior taxa de mortes: 64 a cada 100 mil.</li>
</ul>
<p><strong>Quem mata e por quais motivos<br />
</strong><br />
É consenso entre a maioria dos especialistas ouvidos pelo G1 que o perfil de quem mata é parecido com o perfil de quem morre. Em geral, apontam, são homens negros de baixa renda, com baixa escolaridade, com até 29 anos, e moradores da periferia – especialmente locais onde o Estado é ausente e não atua com políticas públicas.</p>
<p>Os especialistas afirmam ainda que as mortes costumam ter alguma relação com o tráfico de drogas. Para eles, o aumento no número de crimes violentos está ligado ao fortalecimento e às brigas de facções criminosas. As mortes também são facilitadas pela crescente oferta e circulação de armas de fogo, dizem.</p>
<p>Poucas mortes são esclarecidas. Na maioria dos casos, não há autor do crime identificado, denunciado ou condenado. Os especialistas afirmam que o governo precisa investir mais em prevenção, inteligência e investigação.</p>
<p>O G1 também consultou secretários da Segurança Pública ou pessoas indicadas pela pasta. A maioria também culpa o tráfico de drogas e as organizações criminosas pelo crescimento no número de mortes. A impunidade é bastante mencionada como um dos estímulos para mais violência.</p>
<p>No comando da Segurança Pública e Defesa Social do Rio Grande do Norte, a secretária Sheila Freitas acrescenta ainda que faltam recursos para investir em segurança pública.</p>
<p><a href="https://g1.globo.com/monitor-da-violencia/noticia/brasil-registra-quase-60-mil-pessoas-assassinadas-em-2017.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><u>&gt;&gt; Confira a matéria do G1 na íntegra. </u></a></p>
<p>Foto: Caixão com vítima de assassinato em Pernambuco / Crédito: DW/Joao Manuel</p>
<p><a href="http://www.ultimato.com.br/conteudo/brasil-registra-quase-60-mil-pessoas-assassinadas-em-2017" target="_blank" rel="noopener">Notícia publicada no Portal Ultimato</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://renas.org.br/brasil-registra-quase-60-mil-pessoas-assassinadas-em-2017/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">13930</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
