<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Tearfund | RENAS | Rede Evangélica de Ação Social</title>
	<atom:link href="https://renas.org.br/tag/tearfund/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://renas.org.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 15 Feb 2022 19:52:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/02/cropped-logomarca-renas-32x32.png</url>
	<title>Tearfund | RENAS | Rede Evangélica de Ação Social</title>
	<link>https://renas.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">202381834</site>	<item>
		<title>Resiliência, Solidariedade e Trabalho em Equipe</title>
		<link>https://renas.org.br/resiliencia-solidariedade-e-trabalho-em-equipe/</link>
					<comments>https://renas.org.br/resiliencia-solidariedade-e-trabalho-em-equipe/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elsie Gilbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2022 19:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Ações]]></category>
		<category><![CDATA[#diaconia]]></category>
		<category><![CDATA[#resiliencia]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[RENAS]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Tearfund]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://renas.org.br/?p=14637</guid>

					<description><![CDATA[ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Desde o início do projeto “Restaurando a Esperança em Tempos de Covid-19”, a equipe de RENAS responsável pela área de acolhimento e promoção de resiliência compreendeu que um dos aspectos mais importantes do processo de promover resiliência entre os atores sociais e suas redes era o de compreender que processos como esse, de cura e restauração, precisam começar de dentro, do pequeno. Entendeu-se que, se queremos entender como nos tornamos mais resilientes em tempos desafiadores como os que vivemos hoje, precisamos antes de mais nada nos apropriarmos nós mesmos das ferramentas e habilidades que ajudam nesse auto-fortalecimento. Com esse conhecimento e essa vivência prática, pode-se então compartilhar e multiplicar os caminhos para desenvolver resiliência, individual e coletivamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das autoras que têm inspirado algumas ideias e metodologias do projeto é a ativista negra norte-americana Adrienne Maree Brown. Em seu livro “Estratégias Emergentes”, ela lista alguns princípios para facilitação de grupos &#8211; em especial aqueles em situação de vulnerabilidade. Segundo ela, devemos construir a resiliência através da construção e fortalecimento dos relacionamentos e da confiança mútua. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse espírito, a equipe de gestão do projeto decidiu dedicar uma boa dose de energia da construção do projeto no próprio processo de compreender coletivamente como era possível promover resiliência em grupos. A experiência foi marcante, pois rapidamente formou-se um forte espírito de equipe, com uma dinâmica natural de os(as) participantes se colocarem como apoio uns para os outros, reorientando sempre o olhar em direção ao cuidado com a/o irmã/o que está próximo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa atmosfera de trabalho tem sido essencial tanto para a qualidade da execução do projeto – uma vez que ferramentas de comunicação interpessoal são chave para o bom desenvolvimento do projeto –, quanto para os membros do grupo individualmente, que tem sido encorajados a pessoalmente utilizarem habilidades relacionais (como por exemplo a escuta ativa e a empatia) em suas diversas esferas de vida. Os membros da equipe têm sido encorajados a superar situações traumáticas de burnout, estresse e esgotamento, e partilhar com outros os aprendizados que tiveram durante esse processo interno de restauração.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro aspecto muito positivo que tem sido observado como fruto do projeto é a cooperação entre diversas organizações em torno do objetivo comum. Para o Pastor Tércio Sá Freire, coordenador de projetos sociais de uma organização filiada à RENAS e membro da coordenação nacional da rede e do projeto, “</span><i><span style="font-weight: 400;">participar dessa ação tão relevante, juntamente com Diaconia e Tearfund, na promoção de facilitadores de resiliência tem sido um momento muito especial para mim, onde estou revisando todos os meus protocolos, e caminhada, também, para cada vez mais ser resiliente e promover resiliência. A resiliência é resultado de uma rede de solidariedade; e eu gostaria de lançar o desafio para nós: promover resiliência a partir da prática do verbo solidarizar. Ou seja, olhar para o outro, viver o outro, sentir o outro, e trazer o outro para as minhas relações. É se solidarizando que a gente vai, cada vez mais, ficando resilientes para vencer toda e qualquer situação trágica, difícil, e fazer com que a gente sinalize o Reino de Deus para todos e em todo lugar.”</span></i></p>
<p><strong><span style="font-weight: 400;">Esses ‘resultados’, frutos do desenvolvimento do projeto, embora pareçam pequenos, estão no coração da compreensão de resiliência a que se chegou, onde o ‘pouco’ pode ser visto como abundante, onde o conflito é oportunidade de crescimento, e onde as crises podem ser vistas como pontapés iniciais para mudanças transformadoras. E sobretudo, compreendeu-se a importância de aprofundar relacionamentos e construir confiança como elemento-chave para solidificar as bases de um trabalho consistente. A alegria maior dessa experiência foi constatar que esse processo todo é, no fundo, espelho daquilo que a rede (RENAS) sempre tem nutrido e mantido como </span><i><span style="font-weight: 400;">ethos</span></i><span style="font-weight: 400;">, como base: o relacionamento saudável como base de um trabalho efetivo em equipe, rumo ao fortalecimento mútuo e com o propósito comum de promover a agenda do Reino de Deus. </span><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://renas.org.br/resiliencia-solidariedade-e-trabalho-em-equipe/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14637</post-id>	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Síndrome de Burnout afeta cada vez mais brasileiros&#8221;</title>
		<link>https://renas.org.br/sindrome-de-burnout-afeta-cada-vez-mais-brasileiros/</link>
					<comments>https://renas.org.br/sindrome-de-burnout-afeta-cada-vez-mais-brasileiros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elsie Gilbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Feb 2022 12:43:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Downloads]]></category>
		<category><![CDATA[#diaconia]]></category>
		<category><![CDATA[#resiliencia]]></category>
		<category><![CDATA[esgotamento]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[RENAS]]></category>
		<category><![CDATA[saúde emocional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[seja uma dose de esperança]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome de Burnout]]></category>
		<category><![CDATA[Tearfund]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://renas.org.br/?p=14626</guid>

					<description><![CDATA[ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Síndrome de Burnout afeta cada vez mais brasileiros</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Síndrome de Burnout, também conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional, foi colocada em destaque recentemente após a Organização Mundial da Saúde classificá-la como doença ocupacional. O cansaço extremo relacionado ao trabalho é uma das características da síndrome que tem afetado cada vez mais a população brasileira, principalmente com a pandemia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Janeiro Branco é o mês escolhido para se falar sobre a importância da saúde mental através de campanhas de conscientização. A ação tem como objetivo chamar a atenção para as questões e necessidades relacionadas à saúde mental e emocional das pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Psicóloga Silmara Souza Lima, especialista em Gestão Pública em Saúde, explicou que a doença é causada quando a relação com o trabalho acaba se transformando em estresse, ansiedade e nervosismo intensos, levando a pessoa ao seu limite físico e/ou emocional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Já havia um aumento gradativo de casos de Burnout antes da pandemia, por conta de mudanças que aconteciam no mundo globalizado. Porém, desde o início da pandemia houve um aumento significativo de casos, pois de forma repentina, muitos profissionais tiveram que mudar drasticamente sua forma de trabalho e se adaptar a novas formas de prestação de serviços, incluindo o home office e teletrabalho”, disse Silmara.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Profissionais mais afetados</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas profissões foram mais afetadas, como as relacionadas a área da saúde em geral, principalmente médicos e enfermeiros. “Embora outros profissionais também apresentem uma prevalência como jornalistas, advogados, professores, policiais, bombeiros, carcereiros, psicólogos, assistentes sociais, atendentes de telemarketing, etc”, descreveu a psicóloga.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo ela, a ausência de momentos de de relaxamento e características pessoais de perfeccionismo contribuem para o aparecimento de sintomas, pois a mente fica em alerta o tempo todo, causando exaustão. “Algumas vezes, empregos que exigem bastante, cobranças de superiores, condições de trabalho inadequadas, podem também impactar de forma negativa a vida pessoal e profissional”, afirmou Silmara.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>A importância do descanso</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O excesso de trabalho pode causar diversos prejuízos na vida pessoal e profissional. Por isso, a orientação é buscar o equilíbrio entre o trabalho, lazer e vida social, para que haja energia e disposição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Na verdade, não seria o descanso que evitaria o Burnout, mas sim o equilíbrio entre as diversas áreas da vida, profissional, social e familiar. Pois é o excesso de preocupação com o trabalho, de ideias perfeccionistas, o de exigências, regras, normas e cobranças, que eu diria que temos que cuidar, para não sobrecarregarmos nosso corpo e mente. Ou a falta de qualidade de vida, de momentos de diversão, de reconhecimento, de vínculos de qualidade e de satisfação no trabalho que também podem criar um ambiente propício para a Síndrome de Burnout”, considerou a psicóloga.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Sinais de alerta</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns sinais que podem apontar para o início da Síndrome de Burnout são: desmotivação e esgotamento, dores de cabeça, irritabilidade, cansaço físico e mental excessivo, pressão alta, dores musculares, alteração dos batimentos cardíacos, insônia, dentre outros, provocados pelo desgaste e estresse no ambiente de trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Esses sinais podem ser observados pelo próprio trabalhador, por colegas de trabalho ou familiares. Mas como Burnout não é uma doença que pode ser detectada por exames laboratoriais, é necessário a avaliação clínica de profissionais que cuidam da saúde mental, como psiquiatras e psicólogos. Pois muitos destes sintomas relatados experienciamos ao longo de nossa vida, mas não necessariamente desenvolvemos a síndrome”, esclareceu Silmara.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Doença ocupacional</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova classificação da OMS, que inseriu a Síndrome de Burnout na lista de doenças ocupacionais, foi aprovada e vale desde o dia 1º de janeiro de 2022.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Fonte: Folha do Litoral. Paranaguá/PR, Sábado, 22 e Domingo, 23 de Janeiro de 2022. Página 8.</span></i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Clique abaixo para Acessar o Arquivo PDF do artigo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://renas.org.br/wp-content/uploads/2022/02/22Síndrome-de-Burnout-afeta-cada-vez-mais-brasileiros22.pdf">&#8220;Síndrome de Burnout afeta cada vez mais brasileiros&#8221;</a></span></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://renas.org.br/sindrome-de-burnout-afeta-cada-vez-mais-brasileiros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14626</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Webinar sobre Trauma e Resiliência</title>
		<link>https://renas.org.br/evento/webinar-sobre-trauma-e-resiliencia/</link>
					<comments>https://renas.org.br/evento/webinar-sobre-trauma-e-resiliencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elsie Gilbert]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#diaconia]]></category>
		<category><![CDATA[#renasbrasil]]></category>
		<category><![CDATA[#resiliencia]]></category>
		<category><![CDATA[#restaurandoesperanca]]></category>
		<category><![CDATA[Tearfund]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://renas.org.br/?post_type=tribe_events&#038;p=11793</guid>

					<description><![CDATA[As muitas mudanças que estamos vivendo, incertezas, lutos, estresse e tantos outros fatores decorrentes da COVID-19 podem gerar impactos físicos, emocionais e traumas. Diante disso, como seguimos em frente? Como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11794" src="https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/07/Divulgação-evento-Mark-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/07/Divulgação-evento-Mark-300x300.jpeg 300w, https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/07/Divulgação-evento-Mark-1024x1024.jpeg 1024w, https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/07/Divulgação-evento-Mark-150x150.jpeg 150w, https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/07/Divulgação-evento-Mark-768x768.jpeg 768w, https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/07/Divulgação-evento-Mark-980x980.jpeg 980w, https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/07/Divulgação-evento-Mark-480x480.jpeg 480w, https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/07/Divulgação-evento-Mark-64x64.jpeg 64w, https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/07/Divulgação-evento-Mark-600x600.jpeg 600w, https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/07/Divulgação-evento-Mark-100x100.jpeg 100w, https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/07/Divulgação-evento-Mark.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>As muitas mudanças que estamos vivendo, incertezas, lutos, estresse e tantos outros fatores decorrentes da COVID-19 podem gerar impactos físicos, emocionais e traumas. Diante disso, como seguimos em frente? Como ser resiliente em um momento tão complexo? Como a Bíblia e a experiencia de fé podem nos ajudar?<br />
Esses são alguns dos assuntos que serão partilhados em nosso Webinar.</p>
<p>A Tearfund, em parceria com RENAS e DIACONIA, promove na sexta-feira, 02 de julho, das 9h às 12h, um Webinar sobre Trauma e Resiliência. Teremos a oportunidade de aprender como lidar com traumas em meio à pandemia da COVID-19, além de nos equipar para ajudar outros à nossa volta.</p>
<p>(Incluir parágrafo sobre palestrante)</p>
<p>Se você deseja participar, preencha o formulário completo (<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSccfMiElYVKEJOFqmuIyvyVh-Ndeei3fwdfSzeBqvIl5URxGQ/viewform">neste link</a>) e reserve em sua agenda essa data e horário!</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://renas.org.br/evento/webinar-sobre-trauma-e-resiliencia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">11793</post-id>	</item>
		<item>
		<title>IV Fórum de Missão Urbana discutirá papel da Igreja no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</title>
		<link>https://renas.org.br/iv-forum-de-missao-urbana-discutira-papel-da-igreja-no-cumprimento-dos-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/</link>
					<comments>https://renas.org.br/iv-forum-de-missao-urbana-discutira-papel-da-igreja-no-cumprimento-dos-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yasmin Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2018 00:33:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu]]></category>
		<category><![CDATA[fórum]]></category>
		<category><![CDATA[missão urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Tearfund]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://renas.org.br/?p=13843</guid>

					<description><![CDATA[ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rede de Missão Urbana (Redemur) vai realizar entre os dias 8 a 10 de novembro, na Igreja Batista do Coqueiral, no Recife, a 4ª edição do Fórum de Missão Urbana. O tema deste ano será <strong>“Igrejas e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Comunidades e Cidades Sustentáveis”.</strong></p>
<p>O desenvolvimento sustentável é aquele que consegue atender às necessidades da geração atual sem comprometer a existência das gerações futuras. Em setembro de 2015, percebendo que os indicadores econômicos, sociais e ambientais dos últimos anos eram pessimistas quanto ao futuro das próximas gerações, a Organização das Nações Unidas (ONU) propôs que os seus 193 países membros assinassem a Agenda 2030, um plano global composto por 17 objetivos (ODSs ) e 169 metas para que esses países alcancem o desenvolvimento sustentável em todos os âmbitos até 2030.</p>
<p>Cada objetivo e suas respectivas metas abordam aspectos diferentes que convergem pelo fato de serem essenciais para a viabilidade de uma sociedade sustentável. Todos os países membros da ONU assinaram a agenda 2030 e agora têm que arcar com o compromisso de alcançar as metas dos 17 objetivos.</p>
<p>Na opinião do pastor Alberto Lins, membro do comitê gestor da Rede de Missão Urbana e responsável pela mobilização de igrejas da Tearfund Brasil, deveria haver maior incidência por parte dos cristãos evangélicos na busca pela implementação dos ODS em seus respectivos contextos. “Esse tema é totalmente bíblico, mas infelizmente não vem sendo colocado em nossa agenda de pregações e de ação prática em nossas igrejas. Na Bíblia lemos que Deus amou o mundo e Paulo fala que Cristo veio para redimir o mundo. O mundo engloba todas as coisas criadas, inclusive o lugar que nós moramos, a cidade que andamos e os problemas pelos quais passamos. Como podemos enfrentar de forma resiliente tantos problemas vivenciados em nossa nação?”.</p>
<p>O 4º Fórum de Missão Urbana enfocará especificamente o Objetivo 11: Comunidades Sustentáveis. “Refletiremos sobre como podemos colaborar para tornar as cidades e assentamentos urbanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. Poucas pessoas sabem, mas em 2014, 54% da população mundial já vivia em áreas urbanas. Na nossa nação 84,5% da população é urbana”, explica Lins. Os números mencionados por Alberto foram divulgados pela edição de 2014 do relatório “Perspectivas da Urbanização Mundial” (World Urbanization Prospects) produzida pela Divisão das Nações Unidas para a População do Departamento dos Assuntos Económicos e Sociais (DESA). De acordo com o documento espera-se um aumento de 66% dessa proporção em 2050, o que representa um total 2,5 milhões vivendo em áreas urbanas.</p>
<p>Mobilidade urbana, habitação, acesso aos serviços públicos, meio ambiente e resíduos sólidos serão algumas das temáticas abordadas nos painéis, palestras, oficinas e reflexões bíblicas que comporão a programação. Pela primeira vez desde a primeira edição do Fórum de Missão Urbana em 2015, a Rede de Missão Urbana dará aos participantes a oportunidade de colocar em prática o que for debatido durante os dois dias do evento.</p>
<p>A Comunidade do Sapo Nu, que fica na periferia de Recife, será beneficiada por um mutirão de serviços de atendimento de saúde e promoção de cidadania. Como ressalta Lins, o objetivo é desafiar os participantes a saírem da inércia e, tomando como exemplo o próprio Cristo, servir aos mais necessitados. “Teremos uma ação prática depois de tudo o que ouvirmos e formos incomodados pelo Espírito de Deus a nos movermos ou em favor daquele que precisa.”.</p>
<p><strong>Sobre a Redemur</strong></p>
<p>A Rede de Missão Urbana é um movimento nacional que reúne igrejas, missões, Ongs e líderes cristãos que atuam na propagação do Evangelho no contexto urbano. A Rede tem como visão a transformação das cidades, em todas as suas dimensões, a partir do Evangelho do Reino de Deus</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-13845" src="https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/11/missaourbana-768x768-1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Mais informações: <a href="https://missaourbana.org/" target="_blank" rel="noopener">http://rededemissaourbana.org.br</a></p>
<p>Inscrições: <a href="https://www.e-inscricao.com/tearfundbrasil/ivforummissaourbana" target="_blank" rel="noopener">https://www.e-inscricao.com/tearfundbrasil/ivforummissaourbana</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Enviado por: Tearfund</h5>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://renas.org.br/iv-forum-de-missao-urbana-discutira-papel-da-igreja-no-cumprimento-dos-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">13843</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Oremos pelos refugiados venezuelanos</title>
		<link>https://renas.org.br/oremos-pelos-refugiados-venezuelanos/</link>
					<comments>https://renas.org.br/oremos-pelos-refugiados-venezuelanos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yasmin Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2018 16:29:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu]]></category>
		<category><![CDATA[boa vista]]></category>
		<category><![CDATA[oração]]></category>
		<category><![CDATA[refugiados]]></category>
		<category><![CDATA[Tearfund]]></category>
		<category><![CDATA[venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://renas.org.br/?p=13292</guid>

					<description><![CDATA[ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 200 metros da rodoviária de Boa Vista, capital de Roraima, a primeira imagem que se tem da praça Simón Bolívar é de caos e insegurança. Barracas espalhadas no meio de uma grande rotatória, pessoas vagando, sujeira. Nas conversas com os venezuelanos da praça há uma narrativa em comum: buscam emprego para bancar despesas, sair das ruas e para ajudar os que ficaram para trás na Venezuela.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://renas.org.br/wp-content/uploads/2018/04/refugiados_boa_vista.jpg" width="316" height="115" /></p>
<p>Entre os muitos relatos, todos contam de patrões que pagam menos que o justo e de calotes. Ainda assim, qualquer trabalho vale para assegurar a própria sobrevivência e a da família. <a href="https://tearfundbrasil.us2.list-manage.com/track/click?u=07cb39adfdabdf3a74729d4ad&amp;id=623e066b9d&amp;e=913ff758a5" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://tearfundbrasil.us2.list-manage.com/track/click?u%3D07cb39adfdabdf3a74729d4ad%26id%3D623e066b9d%26e%3D913ff758a5&amp;source=gmail&amp;ust=1523957304811000&amp;usg=AFQjCNF-o8K2VQJ9DbEwvdB3AvaVo21sLg">(Fonte: Uol Notícias)</a></p>
<p>Diante da escalada da crise na Venezuela que leva cada vez mais venezuelanos a cruzarem as fronteiras rumo ao Brasil em busca de uma vida melhor, o Governo de Michel Temer assinou, em fevereiro deste ano, um decreto reconhecendo a &#8220;situação de vulnerabilidade&#8221; em Roraima. O Estado é a principal porta de entrada dos imigrantes que fogem da crise de abastecimento de alimentos, do colapso dos serviços públicos e de uma inflação de 700% no país vizinho. A prefeitura de Boa Vista estima que cerca de 40.000 venezuelanos já tenham entrado na cidade, o que representa mais de 10% dos cerca de 330.000 habitantes da capital. <a href="https://tearfundbrasil.us2.list-manage.com/track/click?u=07cb39adfdabdf3a74729d4ad&amp;id=ef5165af04&amp;e=913ff758a5" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://tearfundbrasil.us2.list-manage.com/track/click?u%3D07cb39adfdabdf3a74729d4ad%26id%3Def5165af04%26e%3D913ff758a5&amp;source=gmail&amp;ust=1523957304811000&amp;usg=AFQjCNGzi7vKMI9eALdlpW6RBP6NwiL0zg">(fonte: El Pais</a>; foto: Eduardo Knapp, Folhapress)</p>
<p><em> </em><strong>Pontos de Intercessão:</strong></p>
<p># Segundo <a href="https://tearfundbrasil.us2.list-manage.com/track/click?u=07cb39adfdabdf3a74729d4ad&amp;id=c698091b2e&amp;e=913ff758a5" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://tearfundbrasil.us2.list-manage.com/track/click?u%3D07cb39adfdabdf3a74729d4ad%26id%3Dc698091b2e%26e%3D913ff758a5&amp;source=gmail&amp;ust=1523957304811000&amp;usg=AFQjCNFkzODhVKDNq0ZRKxHh7Al5AaEJnw">estudo</a> realizado pelo Conselho Nacional de Imigração, vinculado ao Ministério do trabalho, e com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) — a maioria dos venezuelanos não indígenas vivendo em Roraima é jovem, possui boa escolaridade, tem atividade remunerada e paga aluguel. No entanto, entre os que trabalham, 51% recebem menos de um salário mínimo e apenas 28% estão formalmente empregados. Oremos por melhores oportunidades e condições de trabalho para estes jovens.</p>
<p># A mesma pesquisa indica que os venezuelanos indígenas que vivem em Roraima apontam a fome como motivo de seu deslocamento. A maioria dos indígenas do sexo masculino não exerce atividades econômicas em Boa Vista. Já as mulheres continuam realizando o trabalho que faziam antes de migrar, como pedir doações em vias públicas, produzir artesanatos e costuras. Intercedam conosco por políticas públicas inclusivas para este grupo. <a href="https://tearfundbrasil.us2.list-manage.com/track/click?u=07cb39adfdabdf3a74729d4ad&amp;id=a3f9d94f52&amp;e=913ff758a5" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://tearfundbrasil.us2.list-manage.com/track/click?u%3D07cb39adfdabdf3a74729d4ad%26id%3Da3f9d94f52%26e%3D913ff758a5&amp;source=gmail&amp;ust=1523957304811000&amp;usg=AFQjCNHBNxPW8VGhuD6PdTuxaQa-8_Jr6A">(Clique aqui para ler o resumo do estudo)</a></p>
<p># Por fim, oremos para que nossa identidade como &#8220;peregrinos e forasteiros&#8221;* nos impulsione a responder ao chamado para acolher e cuidar do estrangeiro** de forma que a hospitalidade se transforme em uma prática comum em nossas igrejas.</p>
<p><em>* 2 Pedro 2:11</em><em><br />
** Deuteronômio 10:18-19</em></p>
<p>Fonte: Boletim da Tearfund</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://renas.org.br/oremos-pelos-refugiados-venezuelanos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">13292</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Aqui umojamos!</title>
		<link>https://renas.org.br/aqui-umojamos/</link>
					<comments>https://renas.org.br/aqui-umojamos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yasmin Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2017 21:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu]]></category>
		<category><![CDATA[FEPAS]]></category>
		<category><![CDATA[Tearfund]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://renas.org.br/?p=14457</guid>

					<description><![CDATA[ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.fepas.org.br/" target="_blank" rel="noopener">FEPAS &#8211; Federação das Entidades e Projetos Assistenciais</a>, realizou entre os dias 27 a 29 de março, o primeiro encontro de monitoramento da metodologia UMOJA – Comunidades Transformadas trazida para o Brasil pela Tearfund em 2013.</p>
<p>A palavra <em>Umoja</em> significa “estar junto” na língua suaili do leste da África. O Umoja ajuda líderes de igrejas e suas congregações a trabalharem juntos com a comunidade a fim de realizar mudanças positivas para toda a comunidade.</p>
<p>&#8220;Após capacitar grupos em diferentes regiões do país em anos anteriores, a FEPAS tem este grupo que seguirá por um ano sendo apoiado e monitorado na implementação. Vários dos participantes são pastores de campos missionários da CIBI – Convenção Batista Independente, e que encontram na metodologia uma forma de implantar e ser igreja.&#8221; &#8211; esclarece Tânia Wutzik &#8211; coordenadora de projetos FEPAS.</p>
<p>Neste encontro, estavam representados 10 estados: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Bahia, Paraíba, Ceará, Maranhão e Amapá. Cada representante pôde compartilhar experiências, dificuldades e acertos. Além de levar “como presente” as sugestões dos companheiros para dar continuidade ao processo.<img decoding="async" src="https://renas.org.br/wp-content/uploads/2017/03/9db01817-4280-4fa8-8f1a-2310c080195b.jpg" /></p>
<p>&#8220;Foram dias de fortalecimento, troca e que ajudam a manter a chama acesa, para que igrejas e comunidades caminhem e busquem juntas o Shalom de Deus. Criamos o verbo umojar&#8230;e sonhamos com muitas comunidades transformadas a partir da igreja local.&#8221; &#8211; disse Tânia.</p>
<p>Em clima de gratidão, foi um momento de despedida de Eloisa, psicóloga da FEPAS, que atuou como responsável pelos projetos com UMOJA.  &#8220;Agradecemos à Eloisa pela dedicação e compromisso em tudo que realizou neste tempo que esteve na FEPAS. Quem seguirá com este projeto será a assistente social e missionária em Juazeiro do Norte/CE, Angélica que tem implementado a metodologia, junto com Tânia. Que o Eterno siga nos conduzindo, nós aqui e Eloisa em Portugal, Umoja chegará lá também&#8230;&#8221; &#8211; finaliza Tânia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://renas.org.br/aqui-umojamos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14457</post-id>	</item>
		<item>
		<title>O que é missão?</title>
		<link>https://renas.org.br/o-que-e-missao/</link>
					<comments>https://renas.org.br/o-que-e-missao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2016 19:44:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[missão integral]]></category>
		<category><![CDATA[recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Tearfund]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://renas.org.br/?p=6212</guid>

					<description><![CDATA[ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<p>Jesus chama a igreja a participar da missão divina de redenção do mundo e restauração de toda a criação. Diante desta convicção, nossa parceira, a <a href="http://tearfundbrasil.org/blog/">Tearfund</a>, publicou o livreto “Breve Introdução à Missão”.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>O livreto examina o que a Bíblia diz sobre missão, como Jesus Cristo nos mostra o que é missão e como nós mesmos podemos aprender a participar na missão. A compreensão que a Tearfund possui sobre missão é por vezes descrita pelos teólogos como missão integral ou holística. Algumas vezes, a igreja dividiu missão em duas áreas: pregação e ação social, tendo surgido discussões sobre qual das duas é a mais importante.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>“Nós acreditamos que a Bíblia mostra que a missão dada a nós por Jesus não pode ser dividida assim. Ao contrário, somos chamados a mostrar o amor de Deus e as boas novas prometidas por Jesus através de todos os aspectos de nossas vidas. Fazemos isto servindo aos outros, exatamente como Cristo fez”, diz a publicação.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>Como este guia explica, os cristãos possuem individualmente dons e chamados que lhes permitem desempenhar papéis específicos na missão divina.</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<div>
<h4><span style="color: #993300;"><strong>• Baixe gratuitamente o livreto <a href="http://renas3.tempsite.ws/wp-content/uploads/2016/07/Introducao_Missao_TF.pdf">Breve Introdução à Missão</a>.</strong></span></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12569 alignleft" src="https://renas.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Introducao_Missao_TF_Capa-1-216x300.jpg" alt="" width="200" height="278" /></p>
</div>
</div>
<h4></h4>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://renas.org.br/o-que-e-missao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6212</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
