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	<title>fórum | RENAS | Rede Evangélica de Ação Social</title>
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	<title>fórum | RENAS | Rede Evangélica de Ação Social</title>
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		<title>Fórum: A integração do refugiado na comunidade brasileira.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yasmin Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 20:35:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu]]></category>
		<category><![CDATA[Coalizões]]></category>
		<category><![CDATA[aebvb]]></category>
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		<category><![CDATA[refugiados]]></category>
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					<description><![CDATA[ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 4 e 5 de outubro de 2019 acontecerá em Araçariguama/SP o 3º Fórum Refugiados. O evento é promovido pelo Programa Reconstruir, desenvolvido pela Associação Educacional e Beneficente Vale de Benção (AEBVB), com apoio da RENAS. A temática abordará “A integração do refugiado na comunidade brasileira”.</p>
<p>Nos últimos anos o Brasil se tornou destino de muitos refugiados. Com o crescimento do número imigrantes em diversas cidades, há um espírito visível de cooperação entre igrejas e organizações para acolher e integrar esses grupos. Muitos têm buscado qualificar o seu trabalho de apoio.</p>
<p>E é no intuito de colaborar com as igrejas, e demais organizações, que o Fórum contará com representantes de entidades que contribuem para o desenvolvimento e a integração de refugiados no Brasil. Estarão presentes: ACNUR &#8211; Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Ministério da Cidadania, ONG Compassiva, Missão Paz, Aldeias S.O.S, Cáritas Arquidiocesana de São Paulo, Centro Universitário Unievangélica, IBAB &#8211; Igreja Batista de Água Branca, Visão Mundial, entre outras. A síria Joanna Ibrahim, criadora do projeto Open Taste, que tem mobilizado refugiados por meio da gastronomia, também estará presente.</p>
<p><strong>Modalidades de inscrição</strong></p>
<ul>
<li>Inscrição: R$35</li>
<li>Inscrição + Alimentação + Hospedagem (Suíte Quádruplo): R$ 255,00<br />
Inscrição + Alimentação + Hospedagem (Quarto Simples): R$ 235,00</li>
</ul>
<p>Para acessar a programação completa do Fórum e realizar a sua inscrição, <a href="#" target="_blank" rel="noopener">clique aqui.</a></p>
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		<title>IV Fórum de Missão Urbana discutirá papel da Igreja no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yasmin Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2018 00:33:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu]]></category>
		<category><![CDATA[fórum]]></category>
		<category><![CDATA[missão urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Tearfund]]></category>
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					<description><![CDATA[ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rede de Missão Urbana (Redemur) vai realizar entre os dias 8 a 10 de novembro, na Igreja Batista do Coqueiral, no Recife, a 4ª edição do Fórum de Missão Urbana. O tema deste ano será <strong>“Igrejas e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Comunidades e Cidades Sustentáveis”.</strong></p>
<p>O desenvolvimento sustentável é aquele que consegue atender às necessidades da geração atual sem comprometer a existência das gerações futuras. Em setembro de 2015, percebendo que os indicadores econômicos, sociais e ambientais dos últimos anos eram pessimistas quanto ao futuro das próximas gerações, a Organização das Nações Unidas (ONU) propôs que os seus 193 países membros assinassem a Agenda 2030, um plano global composto por 17 objetivos (ODSs ) e 169 metas para que esses países alcancem o desenvolvimento sustentável em todos os âmbitos até 2030.</p>
<p>Cada objetivo e suas respectivas metas abordam aspectos diferentes que convergem pelo fato de serem essenciais para a viabilidade de uma sociedade sustentável. Todos os países membros da ONU assinaram a agenda 2030 e agora têm que arcar com o compromisso de alcançar as metas dos 17 objetivos.</p>
<p>Na opinião do pastor Alberto Lins, membro do comitê gestor da Rede de Missão Urbana e responsável pela mobilização de igrejas da Tearfund Brasil, deveria haver maior incidência por parte dos cristãos evangélicos na busca pela implementação dos ODS em seus respectivos contextos. “Esse tema é totalmente bíblico, mas infelizmente não vem sendo colocado em nossa agenda de pregações e de ação prática em nossas igrejas. Na Bíblia lemos que Deus amou o mundo e Paulo fala que Cristo veio para redimir o mundo. O mundo engloba todas as coisas criadas, inclusive o lugar que nós moramos, a cidade que andamos e os problemas pelos quais passamos. Como podemos enfrentar de forma resiliente tantos problemas vivenciados em nossa nação?”.</p>
<p>O 4º Fórum de Missão Urbana enfocará especificamente o Objetivo 11: Comunidades Sustentáveis. “Refletiremos sobre como podemos colaborar para tornar as cidades e assentamentos urbanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. Poucas pessoas sabem, mas em 2014, 54% da população mundial já vivia em áreas urbanas. Na nossa nação 84,5% da população é urbana”, explica Lins. Os números mencionados por Alberto foram divulgados pela edição de 2014 do relatório “Perspectivas da Urbanização Mundial” (World Urbanization Prospects) produzida pela Divisão das Nações Unidas para a População do Departamento dos Assuntos Económicos e Sociais (DESA). De acordo com o documento espera-se um aumento de 66% dessa proporção em 2050, o que representa um total 2,5 milhões vivendo em áreas urbanas.</p>
<p>Mobilidade urbana, habitação, acesso aos serviços públicos, meio ambiente e resíduos sólidos serão algumas das temáticas abordadas nos painéis, palestras, oficinas e reflexões bíblicas que comporão a programação. Pela primeira vez desde a primeira edição do Fórum de Missão Urbana em 2015, a Rede de Missão Urbana dará aos participantes a oportunidade de colocar em prática o que for debatido durante os dois dias do evento.</p>
<p>A Comunidade do Sapo Nu, que fica na periferia de Recife, será beneficiada por um mutirão de serviços de atendimento de saúde e promoção de cidadania. Como ressalta Lins, o objetivo é desafiar os participantes a saírem da inércia e, tomando como exemplo o próprio Cristo, servir aos mais necessitados. “Teremos uma ação prática depois de tudo o que ouvirmos e formos incomodados pelo Espírito de Deus a nos movermos ou em favor daquele que precisa.”.</p>
<p><strong>Sobre a Redemur</strong></p>
<p>A Rede de Missão Urbana é um movimento nacional que reúne igrejas, missões, Ongs e líderes cristãos que atuam na propagação do Evangelho no contexto urbano. A Rede tem como visão a transformação das cidades, em todas as suas dimensões, a partir do Evangelho do Reino de Deus</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-13845" src="https://renas.org.br/wp-content/uploads/2021/11/missaourbana-768x768-1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Mais informações: <a href="https://missaourbana.org/" target="_blank" rel="noopener">http://rededemissaourbana.org.br</a></p>
<p>Inscrições: <a href="https://www.e-inscricao.com/tearfundbrasil/ivforummissaourbana" target="_blank" rel="noopener">https://www.e-inscricao.com/tearfundbrasil/ivforummissaourbana</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Enviado por: Tearfund</h5>
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		<title>RENAS Rio: Impacto e transformação no primeiro fórum sobre Violência Contra a Mulher</title>
		<link>https://renas.org.br/renas-rio-impacto-e-transformacao-no-primeiro-forum-sobre-violencia-contra-a-mulher/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Yasmin Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2017 23:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Ações]]></category>
		<category><![CDATA[fórum]]></category>
		<category><![CDATA[renas rio]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>2017 é o ano escolhido por RENAS Rio para ser de muito diálogo com as igrejas e comunidades sobre assuntos de extrema importância para o Reino de Deus. Reino este que é de de paz, justiça e alegria. Com uma proposta de trabalhar sobre o tema <em>Igreja Urbana</em>, várias ações estão sendo planejadas e executadas. Uma delas foi desenvolvida pelo GT de Fóruns &#8211; RENAS Rio em 03 de fevereiro, na Igreja Metodista da Cidade de Deus. Articulado pelo integrante do GT, Ras André Guimarães, aconteceu o primeiro Fórum sobre Violência Contra a Mulher. Fortalecendo assim, o ideal de organizar eventos sobre temas relevantes para a igreja brasileira.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://renas.org.br/wp-content/uploads/2017/02/16299511_10211318211934088_1354126121779895697_n-300x168.jpg" /><br />
À convite de RENAS Rio, a Bispa Marisa de Freitas, presidente da Região Missionária do Nordeste (REMNE) da Igreja Metodista, veio diretamente de Recife para palestrar. Com muita propriedade, fez uma exposição bíblica da violência que a mulher sofre a partir dos abusos sofridos por Tamar (II Samuel 13): &#8220;Mesmo sendo filha do rei Davi, Tamar não ficou imune a violência: sofreu violência por ser uma mulher, por ser bonita, prendada, quebrando o mito do perfil das mulheres que sofrem abuso sexual. Ela foi violentada sexualmente por seu irmão e foi ainda ordenada a se calar sobre o incesto, que não teve nenhum julgamento do rei Davi, que ao contrário, não fez absolutamente nada contra o agressor ou em socorro da vítima.&#8221; &#8211; relatou a Bispa durante a exposição.</p>
<p>Marisa expôs a importância das mulheres não se calarem frente a violência e a igreja como voluntária para a escuta, o acolhimento e a denúncia contra a violência.</p>
<p>Luciana Falcão, da Lifewords-Projeto Calçada e RENAS Rio,  também convidada para compor a mesa, baseou-se no livro Até Quando &#8211; O cuidado pastoral em contexto de violência contra a mulher praticada por parceiro íntimo, da editora Ultimato. O processo de exposição de Luciana abordou pontos como: o ciclo da violência sofrida pela mulher (acúmulo de tensão, explosão violenta e período de calmaria); as ações possíveis dos homens violentos e reações das mulheres em cada uma das fases; a violência contra a mulher como pecado e crime, segundo a lei Maria da Penha (lei nº 11.340/06).</p>
<p>Luciana ainda ressaltou &#8220;que a violência contra a mulher é um comportamento aprendido. Uma questão de escolha e oportunidade. E que, a igreja pode exercer um papel muito importante na construção de uma cultura de não violência contra a mulher. Ainda mais segundo dados recentes, que apontam que as mulheres evangélicas representam 40% das mulheres que sofrem violência no Brasil.&#8221;</p>
<p>Liz Guimarães, pedagoga, voluntária na Casa Mãe Mulher e RENAS Rio, mediou o debate, dando oportunidade para perguntas e reverberações das falas das palestrantes.</p>
<p>&#8220;Exemplos próximos foram citados por mulheres que trabalham com vítimas de violência e falou-se da necessidade de elucidar nas igrejas o significado da submissão feminina que a Bíblia fala e que erroneamente é usado para reforço da violência que a mulher evangélica vem sofrendo.&#8221; &#8211; explica Luciana.</p>
<p>A participação do público, formado por maioria feminina, contou com bom número de homens que lamentaram a situação e se comprometeram a se envolver na promoção dos valores cristãos da dignidade da pessoa humana, especialmente das mulheres e, que levarão esse assunto para debate em suas igrejas locais. O Pr. Luciano, anfitrião do evento falou sobre a importância de um acompanhamento pastoral desde o namoro com os casais. Aline, esposa do pastor Luciano, exemplificou a prática através de encontros que realiza com o grupo de mulheres proporcionando fortalecimento da autoestima como meio de prevenção a violência.</p>
<p>Os presentes foram incentivados a denunciar os casos de violência, discando 180 ou indo a uma Delegacia da Mulher. Os organizadores orientaram &#8220;que a lei não trata apenas de violência física ou sexual, mas também psicológica e de danos morais ou patrimoniais.&#8221;</p>
<p>O grupo presente orou pelas mulheres vítimas de violência, para que Deus lhes dê o escape e aponte um caminho. Não só por elas, mas também pelos homens agressores. Para que estes se arrependam de toda a injustiça e pecado cometido e aprendam, a partir de Jesus, como se relacionar com as pessoas. Lembraram também da igreja, para que seja uma comunidade acolhedora de voz profética contra o pecado e injustiça.</p>
<p>“Quando terminou o evento uma jovem mãe veio até a Bispa Marisa e eu para agradecer pelas palavras: &#8216;Eu quero agradecer pelas palavras que ouvi de vocês hoje. Eu sofri violência pelo meu marido que me agrediu e me ameaçou com uma faca na frente dos meus filhos. Eu saí de casa, procurei a justiça e fiz a denúncia. A justiça obrigou que ele saísse de casa e estou com meus filhos novamente. Isso faz uma semana. Mas estava confusa, pois pessoas da minha igreja tinham me dito para que eu perdoasse o meu marido e voltasse para ele porque a Bíblia diz que é até que a morte os separe. Eu vim aqui para ouvir outra coisa diferente, para ouvir Deus falando comigo.&#8217; Pudemos conversar mais um pouco com aquela irmã nossa, jovem evangélica e mãe de 3 filhos. Fosse apenas por ela, já teria valido a pena a realização do fórum.” &#8211; testemunhou Luciana Falcão.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conferência mundial sobre violência sexual recebe propostas de pesquisas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yasmin Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2017 19:33:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu]]></category>
		<category><![CDATA[fórum]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-14426 aligncenter" src="https://renas.org.br/wp-content/uploads/2017/01/svri-logo-ig.png" alt="" width="174" height="174" /><br />
Em setembro de 2017 vai acontecer o que é considerado o maior evento mundial dedicado à pesquisa, prevenção e resposta à violência sexual e violência sobre parceiro íntimo, a 5ª Conferência Mundial de SVRI – Sexual Violence Research Iniative – Iniciativa de Pesquisa sobre Violência Sexual. O encontro ocorrerá nos dias 18 e 21 de setembro de 2017, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Pesquisadores, sociedade civil, políticos, financiadores, entre outros, que visam compartilhar e adquirir conhecimentos sobre novas pesquisas relativas à violência sexual e outras formas de violência contra mulheres e crianças podem apresentar propostas de trabalhos para apresentação oral ou pôster, até o dia 10 de fevereiro. As propostas serão recebidas pelo e-mail svri.forums@mrc.ac.za.</p>
<p>Segundo o site da ONU, os organizadores incentivam a apresentação de propostas que contemplem assuntos como: Violência sexual, Violência por parceiro íntimo, Abuso infantil e negligência, HIV e violência sexual e de gênero; trabalho feminista com homens e meninos; feminicídio; exploração sexual (comercial) de Crianças e Adolescentes (SECA); prevenção e respostas à violência sobre crianças e adolescentes; tráfico sexual; abuso sexual e violência em contextos institucionais; populações marginalizadas, incluindo mulheres com deficiências, questões LGBTI, trabalhadores do sexo, migrantes e refugiados; novas formas de violência de gênero, incluindo o bullying cibernético, perseguição cibernética e vitimização secundária; impactos na saúde mental da violência sobre mulheres e sobre crianças; recurso à tecnologia como prevenção e resposta à violência sexual e íntima, bem como de exploração e abuso sobre crianças.</p>
<p>Com o lançamento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – os 17 objetivos que 193 Estados-membros da ONU se comprometeram a alcançar nos próximos 15 anos –, o SVRI Fórum 2017 é um espaço para debater e partilhar estratégias no sentido de alcançar os objetivos que se propõem eliminar todas as formas de violência contra mulheres e meninas.</p>
<p>Todos os detalhes diretamente na página do evento: <a href="http://www.svri.org/forums/forum2017/index.htm" target="_blank" rel="noopener">www.svri.org/forums/forum2017/index.htm</a>.</p>
<p>Fonte: ONU</p>
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