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	<title>acolhimento | RENAS | Rede Evangélica de Ação Social</title>
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		<title>IV Seminário sobre a Qualidade dos Serviços de Acolhimento: o direito à convivência familiar e comunitária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yasmin Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 18:28:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[NECA]]></category>
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					<description><![CDATA[ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acontece nos dias 04 e 05 de dezembro, o NECA em parceria FICE BRASIL em parceria com o FICE Internacional e o Movimento Nacional Pro Convivência Familiar e Comunitária.</p>
<p>O seminário tem como <span id="u11683-12">objetivo</span> apresentar e discutir situações e práticas de cuidado e proteção de crianças e adolescentes em ambientes alternativos à vida em família. Serão abordadas as práticas desenvolvidas em diferentes países e regiões do Brasil para acompanhar estes adolescentes e jovens, com ênfase na importância da preparação para a vida adulta.</p>
<p>&#8220;A opinião deles sobre as referencias de cuidado e proteção são fundamentais para a qualificação das políticas públicas de garantia de direitos humanos no país.&#8221; &#8211; explica os organizadores.</p>
<p>Entre os palestrantes, encontram-se profissionais do Movimento Nacional Pró-Convivência Familiar e Comunitária para compartilharem experiências e reflexões sobre práticas inspiradoras de prevenção e proteção do direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes e suas famílias.</p>
<p id="u11683-20" class="Estilo-de-par-grafo">Está em curso em vários municípios brasileiros o <span id="u11683-18">Plano de Acolhimento</span> do Ministério de Desenvolvimento Social (MDSA) que pretende reordenar os serviços existentes e ampliar as modalidades de cuidados alternativos. Ao mesmo tempo, o Brasil tem visto inúmeras iniciativas parlamentares para modificação da Lei Nacional de Adoção, mesmo sem ter implementado no país a Lei Nacional de Convivência Familiar e Comunitária (Lei 12.010 de 2009), exigindo posicionamento dos profissionais da área.</p>
<p id="u11683-24" class="Estilo-de-par-grafo">Para inscrições e informações, acesse: <a href="http://www.neca.org.br/" target="_blank" rel="noopener">www.neca.org.br</a></p>
<p><iframe title="Chamamento Dayse" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/9eNkcExlY-A?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h6></h6>
<h6>Fonte: NECA</h6>
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		<title>Refugiados em São Paulo: relato de uma visita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2016 21:17:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[artigos de edificação]]></category>
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		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma tarde chuvosa e fria de junho, eu e mais duas pessoas fomos conhecer a <a href="http://www.missaonspaz.org/">Missão Paz</a>, no bairro do Glicério em São Paulo (SP). A Missão Paz é uma comunidade internacional de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escalabrinianos">padres scalabrinianos</a>. Tem por missão acompanhar imigrantes das mais diversas culturas, crenças e etnias. Possivelmente a comunidade mais antiga no Brasil, oferecendo apoio a imigrantes.</p>
<p>Ao chegar, nos deparamos com uma grande fila de homens e algumas mulheres, jovens, negros, na sua grande maioria, que aguardavam entrevista para tentativa de colocação no mercado de trabalho.</p>
<p>Conhecemos o local onde é realizada a “mediação”, uma conversa entre o imigrante e representantes de empresas que tenham disponibilidade de vagas para serem ocupadas por estrangeiros.</p>
<p>Há também um grande auditório, que é utilizado por comunidades de diferentes países que realizam festas comemorativas e apresentações típicas. Naquela tarde, o auditório estava sendo preparado para uma festa de uma comunidade boliviana.</p>
<p>Conhecemos também a Casa do Migrante, que acolhe pessoas até que a situação de documentação e outras providências delas seja encaminhadas. Encontramos duas crianças lindas e saudáveis, filhos de imigrantes que haviam chegado à casa fazia pouco tempo.</p>
<p>Ficamos sabendo ainda de mais três casas de acolhimento. Duas delas atendem mães grávidas, viúvas e adolescentes na faixa etária de 14 a 16 anos que chegam ao Brasil escondidas em navios.</p>
<p>Fomos informados sobre os dados atuais no mundo: 65 milhões de pessoas vivem em situação de deslocamento forçado dos seus países de origem. No Brasil, segundo o CONARE (Comitê Nacional de Refugiados do Ministério da Justiça), nos últimos quatro anos, o número de refugiados no Brasil praticamente dobrou, passando de 4.218, em 2011, para 8.400 em 2016, vindos  de 79 diferentes nacionalidades, sendo as cinco maiores comunidades originárias, em ordem decrescente: Síria, Angola, Colômbia, Congo e Palestina.</p>
<p>Acrescenta-se a este número mais de 25 mil pessoas que já vivem no Brasil, mas que ainda aguardam processos de documentação a serem expedidos pelo Ministério da Justiça.</p>
<p><strong>Espanto, tristeza e desafio </strong><br />
O sentimento naquela tarde foi um misto de espanto, tristeza e desafio. O espanto, por nos depararmos com tantas pessoas que foram obrigadas a se deslocarem de seu país de origem em busca de um futuro melhor. A tristeza, por imaginar a história individual de separação de suas famílias.</p>
<p>A saudade, pelo peso da escolha de sair do seu próprio país. O desafio, por conhecermos tão pouco sobre esta dura realidade que afeta o nosso país e milhões de pessoas no mundo todo e saber que precisamos nos juntar aos que já estão trabalhando e servindo nesta área.</p>
<p>A visita chegou ao final e perguntamos ao padre que nos recebeu tão bem: de que forma poderíamos ajudar? Há algo que podemos fazer?</p>
<p>A resposta dele foi:</p>
<blockquote><p>Vocês precisam fazer campanhas de sensibilização nas igrejas evangélicas, para que elas se despertem a acolher o imigrante, o refugiado</p></blockquote>
<p>Ele nos disse ainda que a maioria das pessoas que hoje residem na casa do Migrante vêm de alguma igreja evangélica do seu país de origem.</p>
<p>Saímos daquela visita impactados com o que vimos e ouvimos e dispostos a agir em favor destas pessoas. Estamos orando para que o Senhor nos dê discernimento, nos mostre os caminhos por onde devemos seguir e que, num curto espaço de tempo, possamos trabalhar para que famílias sejam completamente restauradas e nos ajudem a restaurar milhares de outras famílias, através do amor do nosso Senhor Deus.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Ele defende os direitos dos órfãos e das viúvas. Ele  ama o estrangeiro e lhes dá comida e roupa. Amem os estrangeiros.” Deuteronômio  10:18,19 NTLH</em></p>
<p><strong><em>• </em></strong><strong>Débora Fahur </strong>é assistente social e uma das diretoras da AEBVB (Associação Evangélica Beneficente Vale da Benção), em Araçariguama, SP. Débora também é uma das fundadoras da RENAS e uma das coordenadoras da campanha Bola na Rede.</p>
<p><em>Ilustração: capa da cartilha <a href="http://www.acnur.org/fileadmin/Documentos/portugues/Publicacoes/2011/Nacionalidade_e_Apatridia_-_Manual_para_parlamentares.pdf">Nacionalidade e Apatridia: Manual para Parlamentares</a>, da ACNUR, Agência da ONU para Refugiados.</em></p>
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