Nossa estrutura

nossa_estrutura_ilustracaoQuais são os critérios para se tornar uma rede filiada à RENAS?
– Identificar-se como Rede Evangélica de Ação Social;
– Adotar os princípios da RENAS e ter uma missão semelhante, embora os objetivos possam ser diversos;
– Representar uma cidade ou região, ou uma área de atuação social (rede temática).

Quais qualificações são esperadas do líder de uma rede RENAS?
– Atitude do líder-servo;
– Qualificações de presbítero(a) ou diácono(a), conforme descritas em 1 Timóteo e em Tito;
– Entusiasmo pela causa social e sensibilidade à voz de Deus e do povo que sofre;

Qual o perfil ideal para liderar uma rede RENAS?
– Tempo, capacidade e disposição para articular e liderar a rede;
– Capacidade para trabalhar em equipe;
– Prática e fé de acordo com a integralidade da missão de Jesus;
– Reconhecido como líder, indicado e apoiado pela organização de que se origina;
– Atuação reconhecida na área social;
– Capacidades para comunicação, agregação.

Estrutura organizacional da RENAS
1. Fórum ou reunião de todos integrantes
2. Grupo Gestor (Conselho)
3. Coordenação Colegiada
4. Grupos de Trabalho
5. Núcleos de Apoio

Fórum de todos os integrantes
– Número de integrantes: indeterminado;
– Tempo de atuação: indeterminado;
– Critérios de escolha ou participação: estar envolvido no trabalho de ação social e ser reconhecido como evangélico (e auto-denominar-se evangélico), podendo formalizar a adesão (ver item 7 cartilha redes sociais);
– Funções: ser o fórum principal de integração e de decisões; estabelecer e mudar a missão, objetivos e princípios; eleger o Grupo Gestor; manter a identidade da RENAS; e contribuir na manutenção da RENAS;
– Prestação de contas: aos próprios integrantes;
– Funcionamento: duas reuniões anuais: março e setembro (esta depende da data do Encontro Nacional), sem definição de quórum mínimo para decisões. Liderança das reuniões feita pelos coordenadores;
– Tipos de contribuição:
1. Contribuição financeira
2. Prestação de serviços
3. Hospedar a rede ou parte dela
4. Parceiro financiador

Grupo Gestor (Conselho)
– Número de integrantes: dez ONGS e dez redes (representantes dos Grupos de Trabalho, das redes e das organizações filiadas);
– Tempo de atuação: reavaliação a cada 3 anos;
– Critérios de escolha ou participação: representar uma organização filiada (o cargo é da organização) há, pelo menos, 1 ano.
– Funções: eleger os coordenadores, trazer sugestões e diretrizes estratégicas para o Plano de Ação anual (10 anos) e servir de conselho consultivo, apadrinhar redes novas;
– Prestação de contas: para o fórum de todos os integrantes;
– Funcionamento: pelo menos, duas reuniões anuais, durante os encontros das organizações filiadas, sem quórum mínimo para decisões. Liderança das reuniões feita pelos coordenadores ou outra pessoa indicada.

Coordenação colegiada
– Número de integrantes: três, que escolherão o coordenador geral dentre eles;
– Tempo de atuação: 3 anos, com possibilidade de uma recondução consecutiva. Elege ou reelege um integrante de cada vez (1/3). Uma eleição a cada ano. Os atuais definem quem fica 1, 2 e 3 anos;
-Critérios de escolha ou participação: participante do Grupo Gestor, filiado há pelo menos um ano, atuação reconhecida na área de ação social, qualificações de presbíteros (as), conforme I Timóteo e Tito, apoio da organização de que participa, tempo disponível, liderança reconhecida, capacidade para trabalhar em equipe, praticante da fé evangélica, experiência com trabalho em rede;
– Funções: liderança geral da rede para alcançar seus objetivos, organização dos centros de apoio, dos encontros dos filiados, do Grupo Gestor e do fórum de todos os integrantes, supervisão dos Grupos de Trabalho, articulação e mobilização de novas redes, elaborar o plano de ação anual, propor alianças estratégicas e outras atribuições, a critério do Grupo Gestor;
– Prestação de contas: para o Grupo Gestor e para o fórum de todos os integrantes;
– Funcionamento: reuniões mensais, presenciais ou virtuais. Os integrantes deverão definir quem convoca e lidera as reuniões.

Conselho Consultivo
– Integrado por pessoas com história de liderança da rede;
– Funções: apoio ao Grupo Coordenador em decisões estratégicas;
– Funcionamento: reuniões presenciais ou virtuais convocadas pelos coordenadores.

Grupos de Trabalho
1. Redes
2. Políticas Públicas
3. Comunicação
4. Capacitação, Prêmio RENAS, cursos etc.
5. Gestão / Alianças e parcerias
6. Campanhas (“Bola na Rede”, “Igrejas Ecocidadãs”)
7. Eventos (próprios e de outros)
8. CEI/MASE: centro de informações estratégicas
– Número de integrantes: conforme a conveniência (liderado por organização filiada);
– Tempo de atuação: até alcançar os resultados propostos (ou 2 a 4 anos a critério do Conselho Consultivo, podendo ser prorrogado, seguindo a avaliação de resultados);
– Critérios de escolha ou participação: indicação no Fórum, afinidade com o trabalho proposto, mesmo que não tenha adesão formal à RENAS;
– Funções a serem exercidas: liderar um eixo de atuação, conforme o plano anual;
– Prestação de contas: para a coordenação colegiada e para o fórum de todos os integrantes;
– Funcionamento: a critério de próprio grupo, conforme a necessidade. O grupo de trabalho deve indicar um coordenador para convocar as reuniões, fazer a pauta, prestar relatórios e participar do Grupo Gestor.

Núcleos de Apoio
– Número de integrantes: a ser definido conforme a necessidade pela Coordenação e disponibilidade das organizações filiadas;
– Tempo de atuação: indeterminado, a critério da Coordenação;
– Critérios de escolha ou participação: perfil deverá ser definido pela Coordenação;
– Funções a serem exercidas: apoio logístico, comunicação, finanças;
– Prestação de contas: aos Coordenadores;
– Funcionamento: a critério dos Coordenadores;
– Tarefas: financeiro, comunicação, material (secretaria).

>> Leia nossa Carta de Princípios

Dúvidas?
Escreva para renas@renas.org.br