AEBVB aprofunda o diálogo sobre a causa do refugiado no Brasil

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Com o objetivo de proporcionar um espaço de diálogo e troca de experiências ligadas à forma como o Brasil está acolhendo as milhares de pessoas que se encontram em situação de refúgio no País, a Associação Educacional e Beneficente Vale da Benção – AEBVB, por meio do Programa Reconstruir – Apoio a Famílias Refugiadas, realizou o Fórum Refugiados com o tema “Lugar de Refúgio – um olhar atento para o Brasil”, nos dias 22 e 23 de setembro. O encontro foi promovido no Vale da Benção, em Araçariguama/SP.

“A AEBVB, através do Programa Reconstruir, acolhe mulheres, crianças e famílias em situação de refúgio. Este Fórum fortaleceu o diálogo e a escuta com igrejas e organizações que estão atuando na missão divina de acolher pessoas que deixaram suas origens em busca de novas oportunidades.” – esclareceu Tércio Sá, diretor da AEBVB e membro do grupo coordenador RENAS.

Para tratar da temática, a programação foi intensa e participativa. As plenárias e painéis abordaram assuntos como Quem é o refugiado, Os desafios da integração no Brasil, Saúde emocional, Inclusão social do refugiado e Modelos de trabalho de acolhimento integral.

“O Fórum foi uma oportunidade de aprender sobre o tema e ser inspirada e desafiada para este tema. Tivemos oportunidade de conhecer organizações que atuam na área e compartilharam as aprendizagens de sua caminhada, bem como conhecer histórias bem sucedidas de igrejas que estão acolhendo pessoas e famílias e através destas ações estão sendo renovadas no amor, na comunhão e no serviço.”  – disse Tânia Wutzik, secretária executiva RENAS e representante FEPAS no evento.

O despertamento da igreja evangélica nacional para iniciativas concretas de apoio e acolhida foi um dos resultados de destaque do Fórum.

“Para mim ficou a palavra philoxenia – amor de estranhos/estrangeiros – que no Novo Testamento é traduzido por hospitalidade e que aparece tantas vezes como característica dos seguidores de Jesus, sendo o oposto da xenofobia. Quero ser igreja conhecida pelo philoxenia e não pelo xenofobia! – finalizou Tânia.

O evento teve apoio da RHP – Refugee Highway Partnership, Tearfund Brasil, Renas Brasil e Visão Mundial.

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