Palestras do VI Encontro RENAS

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Você já pode fazer o download do conteúdo usado pelos preletores de algumas plenárias e oficinas do VI Encontro RENAS, ocorrido de 15 a 17 de setembro em Luziânia (GO).

Cerca de 300 pessoas participaram do evento que teve como tema “Missão Integral: Participação Política e Justiça Social”.

Clique nos links abaixo e baixe as apresentações.

Plenárias

O CONANDA e a efetividade do Estatuto da Criança e do Adolescente após 20 anos, por Welinton Pereira

Engajamento e participação em políticas públicas, por Alexandre Brasil

Conjuntura social brasileira: uma breve reflexão, por Denise Collin

Fundamentação bíblico teológica da Missão Integral, por RENAS

Marco regulatório das OSC’S, por Silvio Sant’Ana, FGEB

Conjuntura política, por Jane

Doenças transmissíveis no Brasil: uma questão de saúde pública?, por Daniela Barros

Oficinas

Sensibilização e mobilização das igrejas para as questões socioambientais, por A Rocha Brasil

Cuidando do cuidador: desenvolvendo habilidades de cuidar de si para cuidar do outro, por Mirna Filadelfo Leite Flores

Em busca de uma educação básica de qualidade, por Cida Mattar, AECEP

Entendendo os desastres, por Mario, SOS

Você: condutor do seu próprio destino, por Selma Rodrigues Vieira

2 respostas para Palestras do VI Encontro RENAS

  1. eu amo esta obra e Deus amem!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  2. Daniel Owsley disse:

    Quanto a sua enquete sobre “desigualdade de renda”: Acho que esta questão é irrelevante, pois “desigualdade de renda” não é o mal, assim como “igualdade de renda” não é o bem. Primeiro “igualdade de renda” é impossível. Segundo, ter mais ou menos dinheiro não deve ser o objetivo maior do ser humano. Na verdade, a suposta busca de “igualdade” é mecânico, desumano, e ilusório, degradante ao ser humano. Quanto a sua campanha para coibir significativamente o abuso sexual de crianças e adolescentes no turismo brasileiro, acho excelente. Infelizmente existem muitos brasileiros de boa vontade que simplesmente acham normal o abuso que se vê na TV e outros meios de comunicação, assim como na praça e nas escolas. Precisamos ser alertados para este grande mal para que possamos nos posicionarmos contra atitudes degradantes em nossa família, vizinhança, e além.

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