A vida dos marginalizados é preciosa aos olhos do Rei

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Ele os resgata da opressão e da violência, pois aos seus olhos a vida deles é preciosa. (Sl 72.14.)

Deus não se preocupa unicamente com os pecadores. Seu cuidado alcança também aqueles que vivem numa situação social de baixa ou de nenhuma renda, bem como aqueles que estão enfrentando circunstância difícil de pequena ou grande importância e de curto ou longo prazo. A relação certamente inclui os deserdados, os desterrados (ou exilados), os doentes, os estrangeiros (ou forasteiros), os foragidos (ou fugitivos), os oprimidos, os órfãos, os pobres, os presos, os solitários etc. A legislação do Antigo Testamento e as pastorais do Novo Testamento refletem a posição de Deus quanto a esse problema social e obrigam os crentes a se comportarem de maneira tal que a estrutura não seja injusta e as pessoas atingidas pelo sofrimento sejam socorridas e assistidas.

É isso que está também no livro dos Salmos. Deus é apresentado como o “pai para os órfãos” e “defensor das viúvas”; Ele “dá um lar aos solitários” e “liberta os presos para a prosperidade” (Sl 68.5,6), o rei que é justo “se compadece dos fracos e dos pobres e os salva da morte”, “defende os oprimidos”, “liberta os filhos dos pobres” e ainda “resgata da opressão e da violência” as suas vítimas, “pois aos seus olhos a vida deles é preciosa” (Sl 72.4, 12-14).

Retirado do livro Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos, da Editora Ultimato.

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