OFICINA ENCONTRO RENAS (parte IV)

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“Identificação, esclarecimento e aplicação de critérios defensáveis para determinar valor (ou mérito), qualidade, utilidade, efetividade ou importância de um objeto de avaliação em relação a esses critérios.” (Worthen, 2004:693)

“O ato avaliativo está presente desde a decisão sobre a realização de um determinado projeto social até sua implementação, execução e resultados.” (Carvalho, 2001:61)

Dever ético

Importância estratégica;
Captação de recursos;
Ampliação do saber: produção de conhecimento.

Por que avaliar?

Desempenho com metas estabelecidas x metas realizadas;
Estabelecimento de correlações e causalidades;
Eficácia/eficiência/efetividade dos programas;
Detecta eventuais falhas, atribui méritos durante implementação e fortalece o que está dando certo. Tarefa: formativa;
“Alarme de incêndio” e/ou “Patrulha de polícia”.

Algumas tipologias

Avaliação objetiva
Avaliação subjetiva
Avaliação intuicionista-pluralista
Avaliação utilitária
Avaliação multicêntrica
Avaliação de conjuntos de programas
Avaliação naturalista
Avaliação no local
Avaliação preordenada
Avaliação responsiva
Avaliação livre de metas ou objetivos
Avaliação centrada em adversários
Avaliação centrada na administração
Avaliação centrada nos consumidores
Avaliação centrada em especialistas
Avaliação centrada nos participantes
Avaliação participativa
Avaliação participante
Avaliação de efetividade
Avaliação de eficácia
Avaliação de eficiência
Avaliação de processo (monitoramento)
Avaliação de resultado (ou avaliação centrada em objetivos, em Worthen)
Avaliação de produto
Avaliação de impacto (ou avaliação confirmadora)
Avaliação quantitativa
Avaliação qualitativa
Avaliação formativa
Avaliação somativa
Avaliação ex ante
Avaliação ex post (post facto)
Avaliação interna
Avaliação externa

Perigo de cair no “conto do machado”

“É muito freqüente não conseguirmos incentivar a flexibilidade metodológica, adotando irrefletidamente uma perspectiva unilateral que só consegue responder algumas das questões derivadas dessa perspectiva.” (Worthen, p. 119)

“Os avaliadores muitas vezes começam seu trabalho usando seus métodos preferidos e usando pouco, quando usam, paradigmas (modelos) alternativos que podem ser mais relevantes para os problemas de avaliação que estão enfrentando.” (idem, p. 120)

Respostas a necessidades diferentes de acordo com ambiente e visão de mundo.

Avaliação objetiva
Avaliação subjetiva

Avaliação formativa
Avaliação somativa

Avaliação interna
Avaliação externa

Avaliação quantitativa
Avaliação qualitativa

Avaliação ex ante (linha de base)
Avaliação ex post

Avaliação de eficiência
Avaliação de eficácia
Avaliação de efetividade

Avaliação de produtos
Avaliação de processos (monitoramento)
Avaliação de resultados
Avaliação de impacto

Como escolher a melhor abordagem?

Assim como a avaliação de um programa deve considerar aspectos que vão além de seus limites, as diferentes abordagens de avaliação raramente serão utilizadas em sua forma pura.

Abordagem da avaliação pode ser inadequada quando:

a avaliação produziria informações triviais;
os resultados da avaliação não serão usados;
a avaliação não tem como produzir informações úteis e válidas (por exemplo, quando há baixa probabilidade de se obter informações fidedignas);
a avaliação é prematura para o estágio do programa.

Para refletir

Quais são os cuidados a ter em mente ao considerar as diferentes abordagens da avaliação?
Quais os pontos fortes e fracos de cada uma das abordagens apresentadas (e de outras que tenha conhecimento) que podem ser importantes para a avaliação do projeto em questão?
Quais os perigos de adotar apenas uma abordagem e ignorar as demais?
De que maneira as diversas abordagens poderiam ser usadas juntas? Em que momento e para que tipo de programa/projeto?

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